“O cenário que eu conjecturei foi que a criança tenha sido ‘apertada’. Pra vocês terem uma ideia, o fígado e o baço dela tiveram a mesma força de ação energética de um acidente de trânsito. Inclusive, foi associado nos autos que ela tinha uma fratura de uma costela”, revelou o legista, durante coletiva de imprensa. A criança foi identificada como Heloísa Chaveiro de Almeida. Ela tinha um ano e dois meses. O crime aconteceu no dia 8 de agosto e os suspeitos foram presos três dias depois. Segundo a Polícia Civil, a bebê foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros e levada ao Hospital Ana Neta já desfalecida. Ela morreu pouco tempo depois de dar entrada na unidade de saúde. Os socorristas desconfiaram que a menina tinha sofrido agressões. Segundo a Polícia Civil, o padrasto agrediu a criança com tapas até ela cair de cabeça. Toda a ação teria acontecido na presença da mãe da menina, que omitiu socorro. Durante os primeiros depoimentos, os dois negaram a violência. Durante a investigação, padrasto e mãe da vítima foram apontados como suspeitos. Eles foram presos preventivamente no fim da última semana. (G1) ]]>
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